
Falar de poesia num tempo tão sem poesia é, deveras, quase falar balela. No entanto, apesar de tanta insensibilidade, tanta mediocridade, tanta barbaridade, insiste-se no sentimento do ser humano na forma como realmente deve ser: humano.
Entenda-se que a insensibilidade e a mediocridade sempre estiveram no inventário humano, o que nos deixa, por conclusão, que não é nenhuma novidade resistir. Se sempre fora adversa a realidade com relação ao sentimento humano, não será agora, que tudo se redima de uma vez. Nós vamos continuar resistindo mesmo que a indiferença seja plena e que os ouvidos e toda percepção humana se torne uma parede gélida de inumanidade.
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Felipe Augusto de Almeida Souza, 1ºB

nada pra fazê ñ ow ?! fala sério
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